Uma obediência | Efésios 6.1-3.

1Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isto é justo. 2“Honre o seu pai e a sua mãe”, que é o primeiro mandamento com promessa, 3“para que tudo corra bem com você, e você tenha uma longa vida sobre a terra”.

Introdução

Filhos são como flechas, e pais são como arqueiros; esta é a figura usada pelo salmo de romagem, 127; ou seja, os filhos são herança do Senhor e precisam serem apontados e lançados no caminho do Senhor. É, portanto, uma prerrogativa dos pais seguir essa instrução plenamente.

Pais educam seus filhos segundo Deus e para Deus. Dele vem a capacidade e volta para ele os frutos do que fizeram, seja como pais educando ou como filhos obedecendo. No final, Deus é glorificado e famílias, em seus relacionamentos, serão tomadas pela presença gloriosa de Deus, no lar.

O que temos diante de nós, nesta parte da carta de Paulo aos Efésios, é um chamado à verdadeira vida cristã; aquela do qual o apóstolo nos convida a viver como “…imitadores de Deus, como filhos amados”; E a vivermos “…em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5.1-2). Este chamado diz respeito há uma vida cheia do Espírito Santo, do qual apresentará a verdadeira espiritualidade da vida cristã, que é refletida e exposta nos comportamentos e relacionamentos daqueles que estão plenamente em Cristo Jesus.

Portanto, ser cheio do Espirito Santo, significa viver conforme a imagem e semelhança de nosso Criador e Senhor. Significa ter e manter relacionamentos saudáveis e que refletem um caráter santo, compassivo e amoroso daqueles que estão submissos ao padrão de Deus. No final, uma vez submissos a vontade de Deus, verdadeiramente refletiremos o seu caráter e manifestaremos o seu padrão.

Dentre várias recomendações de como viver uma vida cheia do Espírito Santo, também temos um olhar do apóstolo Paulo aos filhos de pais cristãos. Suas instruções em relação aos relacionamentos familiares se estendem a cada grupo do mesmo. Depois de fazer recomendações às esposas e aos maridos, ele também fala diretamente aos filhos; sendo assim, vale ressaltar que o evangelho também dar instruções aos filhos visando relacionamentos saudáveis por meio de casais e filhos cheios do Espírito Santo.

Em relação à educação de filhos, Wilson Porte Jr. (2017, pág. 303, 311), comenta está passagem dizendo o seguinte:

Sem pensar em Deus, não há como pensar em educação, pois esta encontra em Deus sua fonte e seu fim. Seu início e conclusão. Educamos segundo Deus e para Deus. Vem dele a capacidade, e voltam para ele os frutos do que fazemos, seja como filhos obedecendo, seja como pais educando.

[…]

Quer estejamos educando, quer estejamos obedecendo (como filhos), fazemos o que fazemos para o Senhor, e não para o ser humano. Em primeiro lugar, fazemos tudo para honrar a Deus, para glorifica-lo. E, em segundo lugar, fazemos ao próximo, por amor a Deus.

É desta maneira que o apóstolo orienta e exorta os amados irmãos da igreja em Éfeso. Ele traz algumas exortações quanto aos deveres domésticos de maneira direta, específica e esclarecedora quanto a vida cristã; pois só é possível agradar e sermos imitadores de Deus, uma vez que manifestarmos o seu caráter em todos relacionamentos que sustentamos no contexto pessoal, familiar e em sociedade.

É interessante observar que esses relacionamentos que são reflexos de uma vida cheia do Espírito Santo, começam com a sujeição. Paulo começa dizendo: “sujeitem-se uns aos outros no temor de Cristo” (Ef 5.21), só depois que expõe a maneira que poderiam cumprir isso. Como?

“Esposas, que cada uma de vocês se sujeitem a seu próprio marido…” – v.22

“Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa…” – v.25

“Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor…” – 6.1

E vocês, pais, não provoquem os seus filhos à ira…” – 6.4

 O ambiente e os responsáveis para que isso aconteça está diante de nós. Paulo diz que, se agirmos assim, não apenas estaremos nos sujeitando uns aos outros no temor de Cristo, mas também, estaremos imitando a Deus; portanto, estaremos glorificando-o conforme fomos eleitos e predestinados para ser (Ef 1).

O apóstolo Paulo diz que a desobediência aos pais é sinal evidente de decadência da sociedade (Rm 1.30), onde os homens se tornaram amantes de si mesmo, desprezando o conhecimento de Deus. Portanto, a desobediência dos filhos aos pais não é um sinal de independência e manifestação da vontade, mas um reflexo do pecado que produz rebeldia e toda espécie de impureza e corrupção diante de seu semelhante e de seu Criador.

Conforme Augustus Nicodemus (2011, Edição do Kindle), é preciso fazermos duas observações importantes antes de buscarmos as lições na passagem:

A primeira é: Paulo começa dando instruções aos filhos, e não aos pais, como poderia parecer mais apropriado e lógico. Há um motivo para isso. Ele não começa com os pais porque o tema dessa seção da carta aos Efésios é submissão.

A segunda é: a autoridade dos pais sobre os filhos está implícita no mandamento para que estes obedeçam a aqueles. Paulo está afirmando indiretamente que os pais são colocados por Deus sobre a vida dos filhos, e que devem orientá-los e guiá-los; que os filhos devem referir-se aos pais como pessoas que estão em posição de autoridade.

Basicamente, o apóstolo Paulo começa ensinando que “Deus é o cabeça de Cristo, que é o cabeça do homem, que é o cabeça da mulher e ambos são os cabeças dos filhos”. Foi desse modo que Deus estruturou a família. Todas as vezes que uma família deixa de guiar-se por essa estrutura divina, alguma coisa errada acontece.

A pergunta que fazemos é a seguinte: De que maneira a passagem ensina os filhos a obedecerem a seus pais? Como esse ensino aponta para uma vida cheia do Espírito Santo? Qual a importância desse ensino para uma família debaixo da graça de Deus?

O ponto de partida da orientação do apóstolo está na palavra obediência. É nela que devemos nos concentrar. Analisemos a passagem diante de nós:

i. Uma ordem: “Filhos, obedecei a vossos pais […] Honre o seu pai e a sua mãe…”– v.1a, 2;

O chamado do apóstolo para os filhos é que “obedeçam”. A palavra ‘obedecer’ vem do grego υπακουω hupakouo e diz respeito tanto a ouvir uma ordem como atender a mesma; ela também está inteiramente ligada a palavra submissão, pois aquele que se submete compreende a ordem dada e sabe identificar, pelo ouvir, a fonte desta ordem, resultando em uma prática pontual. Ou seja, o sentido último desta palavra (obediência) é: obedecer após prestar atenção ao que foi dito.

Fica aqui uma lição importante para os pais. Os filhos só poderão cumprir esta instrução uma vez que houver um envolvimento ativo dos pais, dando-lhes ordens. Portanto, para que filhos possam atender às ordenanças dos pais, é necessário que esses pais deem as ordens; pois, ao ouvirem, elas serão obedecidas. Estar em jogo aqui os lares onde não há um comportamento, por parte dos pais, de verdadeiros instrutores e educadores.

Lares onde os filhos fazem o que querem e quando querem, criando um caos em desordem e insubmissão, grande parte disso é culpa dos pais por não orientarem e se posicionarem diante de seus filhos como aqueles que de fato ditam as regras.

Citando mais uma vez Augustus Nicodemus (2011, Edição do Kindle), ele diz o seguinte: “obediência significa colocar-se sob a voz do que fala com autoridade, no caso, os pais. É isso que significa obedecer, ou seja, quando os pais dizem alguma coisa, os filhos colocam-se sob a orientação, debaixo da voz de comando deles”. Quando não se tem essa voz de comando, então não é sem razão que o exercício da submissão e obediência dos filhos aos pais é inexistente.

É importante ressaltar que a imposição de autoridade e submissão não se aplica com base em gritarias, espancamentos e arrogâncias por parte dos pais; mas por meio de um doutrinamento bíblico e pedagógico correspondente ao evangelho, onde envolve: instruções sábias, exortações preventivas, disciplinas punitivas e exemplo prático por parte dos pais.

Está é a ordem dada aos filhos, pelas Escrituras: obedeçam. Não é um conselho ou uma de muitas opções, mas uma única ordem: obedeçam. A lei mosaica prescrevia a morte para os filhos que ferissem ou amaldiçoassem um dos pais (Êx 21.15,17; Lv 20.9). Paulo menciona a desobediência na mesma lista onde fala da decadência do homem ao se corromper em muitos pecados graves (Rm 1.30, 2Tm 3.2).

Honrar os pais é algo que honra a Deus. Ter os dias prolongados e viver bem na terra são bênçãos ligadas a honrar os pais. A instrução não é para que honre apenas ao pai ou à mãe, mas ambos, pois ambos estão sobre a mesma posição de liderança e autoridade.

Portanto, a obediência aos pais é uma tarefa positiva e exigida dos filhos; ao mesmo tempo em que a instrução, disciplina e a exortação com amor e por amor, são prerrogativas dos pais aos filhos. Sendo assim, “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isto é justo.

Paulo após falar da obediência dos filhos como resultado de uma submissão a uma ordem dada pelos pais, agora ele fala do modo que essa obediência e submissão deve ser exercida. Vejamos:

ii. Um modo: “… no Senhor, pois isto é justo” v.1b.

O ponto central do Evangelho é a pessoa de Jesus Cristo. Aos colossenses Paulo fala sobre essa centralidade do evangelho da seguinte maneira:

15 Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. 16 Pois nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. 18 Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja. Ele é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para ter a primazia em todas as coisas. Porque 19 Deus achou por bem que, nele, residisse toda a plenitude 20 e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus (Colossenses 1.15-20 [NAA]).

É desta maneira que também precisamos viver, agir e obedecer: “… no Senhor…”. É somente por causa de Cristo que podemos desfrutar de um relacionamento saudável e pleno com Deus. Portanto, de igual modo, só podemos obedecer plenamente aos pais e todas as autoridades sobre nossas vidas, no Senhor.

A ordem dada aos filhos é clara: obedeçam. Por causa dos pais? Não. Por causa de Deus! É a Deus que somos chamados pelo apóstolo Paulo a sermos imitadores (Ef 5.1). É ao Espírito de Deus que somos chamados para sermos cheios (Ef 5.18). É no temor de Cristo que somos chamados a sujeitarmos uns aos outros (Ef 5.21).

É como a igreja está sujeita a Cristo que as esposas precisam se sujeitarem aos seus maridos, como ao Senhor. É como também Cristo amou a igreja e se entregou por ela que os maridos devem amar a sua esposa. É no Senhor que os pais são chamados a criar seus filhos na disciplina e exortação. É da mesma maneira, no Senhor, que os filhos são chamados a obedecerem.

E como Cristo manifestou obediência ao Pai? Paulo dá essa resposta quando escreve aos Filipenses, dizendo:

5 Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, 6 que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. 7 Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E, reconhecido em figura humana, 8 ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz (Filipenses 2.5-8 [NAA]).

É claro que não precisamos mais subir numa cruz para provarmos nossa obediência à Deus; mas ainda precisamos, dia após dia, carregar a nossa cruz como prova de que nossa fé e devoção está naquele que já perdoou nossos pecados e nos deu vida, e vida em abundância. Como parte desse “carregar a própria cruz”, está o fato de obedecermos aos nossos pais, como ao Senhor.

Como diz Augustus Nicodemus (2011, Edição do Kindle), “a orientação bíblica ‘obedecer aos pais’ significa honrá-los, respeitá-los, acatá-los, sem jamais amaldiçoá-los, desprezá-los, insultá-los, mas sempre se colocar sinceramente sob a sua voz de orientação e comando”. Fazemos isso na certeza de que isto é justo, e honra nossos pais.

Há um limite para obediência dos filhos aos pais? Sim. Paulo diz qual: “…no Senhor”. Para Paulo, os filhos devem obedecer para agradar ao Senhor, sabendo que Deus está vendo, orientando e guiando a vida deles. À Deus devem prestar contas.

Com certeza, Paulo espera que os filhos obedeçam a seus pais de coração, voluntária e sinceramente, sem reclamações ou murmurações; que obedeçam com gratidão, sem mercenarismo, reconhecendo os favores recebidos anteriormente de seus pais. Isso inclui uma atitude interna de reverência e respeito, que se expressa em atitudes, gestos e palavras.

Então, de que maneira podemos entender esse limite? Os filhos devem obedecer aos pais sempre, até o ponto em que não se configure a desobediência clara a um mandamento de Deus; pois é melhor obedecer a Deus do que aos homens. Nos lembremos que o público alvo de Paulo são de cristãos; eles estariam cientes de que à Deus deveriam dar maior honra e obediência. A coisa é bem diferente quando os pais não são cristãos, pois os filhos precisaram se a pegar a graça e discernimento de Deus para saberem como agir em questões difíceis.

O ponto aqui é sempre “o Senhor”. A honra e obediência aos pais sempre estará condicionada aos padrões divinos; pois honrar e obedecer a pai e mãe é, antes de tudo, honrar e obedecer a Deus.

Paulo falou da obediência dos filhos como resultado de uma submissão a ordem dada pelos pais, falou do modo que essa obediência e submissão devem ser exercidas. Ele ainda diz que o cumprimento correto destas instruções resulta em uma promessa. Vejamos:

iii. Uma promessa: “…para que tudo corra bem com você, e você tenha uma longa vida”– v.3.

Paulo cita o quinto mandamento como uma base sólida para o que está apresentando como uma fonte de sabedoria e vida cheia do Espírito Santo para uma espiritualidade sadia. Se seguíssemos o exemplo do apóstolo, ao buscar nas Escrituras toda instrução necessária para nosso crescimento e desenvolvimento da vida cristã no mundo, então teríamos monos erros em nosso histórico diário de vida.

Perceba que o apóstolo Paulo diz algo a mais ao citar o quinto mandamento. A versão original do decálogo diz assim: Honre o seu pai e a sua mãe, para que você tenha uma longa vida na terra que o Senhor, seu Deus, lhe dá (Êxodo 20.12). Paulo cita-o dizendo assim: “Honre o seu pai e a sua mãe”, que é o primeiro mandamento com promessa, “para que tudo corra bem com você, e você tenha uma longa vida sobre a terra”. (Efésios 6.2-3). Perceba que ele dá uma pequena pausa na citação do texto original para falar uma promessa que o mesmo apresenta.

O quinto mandamento é o primeiro mandamento escrito na segunda tábua da Lei. Alguns comentaristas dizem que é neste sentido que o apóstolo se refere como “…primeiro mandamento com promessa”. O ponto não é que há outras promessas nos demais mandamentos (como de fato não há), mas que esse é o “primeiro da segunda lista” que menciona uma.

O que de fato se aprende aqui – e que o apóstolo reforça o pensamento chamando-nos a atenção é que, há uma recompensa neste mandamento para aqueles que o seguem pontualmente, e que essa recompensa já se cumpre ainda nesta terra, dando longevidade e bênçãos sem fim. Este conceito é plenamente observado quando lemos em Deuteronômio 28.1-14:

1 — Se vocês ouvirem atentamente a voz do Senhor, seu Deus, tendo o cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje lhes ordeno, o Senhor, seu Deus, exaltará vocês sobre todas as nações da terra. 2 Se ouvirem a voz do Senhor, seu Deus, sobre vocês virão e os alcançarão todas estas bênçãos: 3 — Benditos serão vocês na cidade e benditos serão vocês no campo. 4 — Bendito será o fruto do seu ventre, o fruto da sua terra, o fruto dos seus animais, e benditas serão as crias das suas vacas e ovelhas. 5 — Bendito será o seu cesto de cereais e bendita será a sua amassadeira de pão. 6 — Benditos serão vocês ao entrar e benditos serão ao sair. 7 — O Senhor fará com que os inimigos que se levantarem contra vocês sejam derrotados na presença de vocês; eles virão contra vocês por um caminho, mas fugirão da presença de vocês por sete caminhos. 8 — O Senhor determinará que a bênção esteja nos seus celeiros e em tudo o que colocarem a mão; ele os abençoará na terra que o Senhor, seu Deus, lhes dá. 9 — O Senhor os constituirá para si em povo santo, como prometeu com juramento, se guardarem os mandamentos do Senhor, seu Deus, e andarem nos seus caminhos. 10 E todos os povos da terra verão que vocês são chamados pelo nome do Senhor e terão medo de vocês. 11 O Senhor lhes dará abundância de bens no fruto do seu ventre, no fruto dos seus animais e no fruto do seu solo, na terra que o Senhor prometeu dar a vocês sob juramento aos seus pais. 12 O Senhor lhes abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à terra no tempo certo e para abençoar todo o trabalho das suas mãos; vocês emprestarão a muitas nações, porém não tomarão emprestado. 13 O Senhor os porá por cabeça e não por cauda; e só estarão em cima e não debaixo, se obedecerem aos mandamentos do Senhor, seu Deus, que hoje lhes ordeno, para os guardar e cumprir. 14 Não se desviem de todas as palavras que hoje lhes ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, seguindo outros deuses, para os servir.

O ponto central para que tudo vá bem em nossa vida e que tenhamos muitos anos de vida está relacionada à nossa obediência a Deus. Portanto, “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isto é justo”.

Aplicação

A capacidade de obedecer não vem de nós mesmos, pois, outrora, estávamos mortos em nossos delitos e pecados por causa de nossa desobediência a Deus. Mas, em Cristo Jesus, somos capacitados para obedecer plenamente.

Ao obedecermos a nossos pais, precisamos fazer isso no Senhor; pois não apenas dele vem a nossa capacidade de fazê-lo, mas também é a Ele que honramos, pois fazemos para o Senhor, e não apenas para o ser humano.

Fazemos para o Senhor porque o amamos acima de tudo e, tudo vem dele e para ele são todas as coisas. Desta forma, também faremos para nosso próximo por amor a Deus, pois esta é a maneira de nos sujeitarmos uns aos outros no temor de Cristo. Portanto, “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isto é justo”.


Bibliografia

  • Lopes, Augustus Nicodemus. A Bíblia e sua família / Augustus Nicodemus Lopes. São Paulo, SP: Cultura Cristã, 2011.
  • Bíblia de Estudo NAA. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2019.
  • Lopes, Hernandes Dias. Efésios: igreja, a noiva gloriosa de Cristo / Hernandes Dias Lopes. São Paulo, SP: Hagnos, 2009.
  • Porte Jr. Wilson. Unidos pela cruz: a mensagem de Efésios para a igreja de hoje / Wilson Porte Jr. São Paulo, SP: Vida Nova, 2017.

Publicado por Pr. Luiz de Souza

Não ousaria me definir em frases prontas ou palavras que prefiguram alguém que ainda esta em construção. Vivo para que Deus seja conhecido e busco conhecer cada vez mais esse Deus. Minha gratidão é plena ao ser alcançado e resgatado por Jesus, e por isso vivo para que Ele cresça e eu diminua cada vez mais. Pois "A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo". [Ef 3.8]

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